Em Portugal gostamos muito de pensar em pequeno. Ouve-se ‘o nosso país não tem dimensão’, ‘o mercado está limitado’ ou ‘em Portugal não se pode fazer isso’.
Deveríamos pensar EM GRANDE. É possível. Vou dar um exemplo verdadeiro. Um grande amigo meu começou cá em Portugal um negócio há seis anos com uma loja. Neste momento tem 30. Acabou por vender grande parte a uma multinacional, e a cadeia que esta comprou em Portugal é a mais lucrativa e a que tem um maior crescimento de todas as que este multinacional tem. Por isso é possível!
O tamanho em que pensas determinará o tamanho dos teus feitos.
Vais ganhar em proporção do que contribuis ao mercado. Há quatro factores que definem o teu valor no mercado: fornecimento, procura, qualidade e quantidade. Para a maioria das pessoas a quantidade é o maior desafio.
O factor da quantidade quer simplesmente dizer, quanto valor vais entregar ao mercado ou, por outras palavras, quantas pessoas vais servir ou atingir. Como poderás chegar a mais pessoas?
Decide: vais jogar em GRANDE ou vais jogar em pequeno?
A maioria das pessoas joga em pequeno porque se sente pequeno. Mas se quiseres ter sucesso não é só sobre ti. É sobre quanto valor vais acrescentar às vidas dos outros. Se tens um talento, se tens um dom numa certa área, a tua obrigação é de partilhá-lo com o maior número de pessoas possível.
Um empreendedor não é nem mais nem menos do que alguém que resolve problemas. O subproduto disso é que, quanto mais pessoas ajudares a resolver um problema, mais ‘rico’ vais ficar, não só em termos de dinheiro, mas também mentalmente, emocionalmente e espiritualmente. Vais-te sentir completo.
Os que pensam em grande não vêem o que é, mas o que poderá vir a ser.
As pessoas que não têm muito geralmente vêm-se como estão no presente. É tudo que vêm. Não vêm o futuro, só um presente miserável.
Não é o que temos agora que é importante. O importante é o que estamos a planear ter. Foca-te no futuro. Visualiza o sucesso. Imagina o teu negócio como poderá ser, e até onde queres ir.
Tem-te em grande conta. Foca-te nos teus dons. És melhor e maior do que tu pensas. A tua capacidade não tem limites. Segue o exemplo dos outros; se alguém já conseguiu fazer o que tu queres fazer, então também podes conseguir o. Acredita em ti. Coloca os teus objectivos ao alto.
Tudo vai mudar no momento em que começares a pensar em GRANDE!
“If you shoot for the stars and hit the moon, it's OK.
But you've got to shoot for something. A lot of people don't even shoot.”
- Confusius -
But you've got to shoot for something. A lot of people don't even shoot.”
- Confusius -
Bons negócios!
Robert
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7 comentários:
A propósito do titulo, li há pouco tempo: Pensa grande, começa pequeno, faz agora
Desculpas ao autor: Não me lembro onde li e adaptei porque não lembro as palavras exactas. Era um encontro de empreendedores ou ...
Gostei da iniciativa, do entusiasmo e da partilha. Parabéns e boa sorte.
Sara Silva Natária
Gostei! Muito interessante e não posso concordar mais.
Viva,
"Pense em Grande"
Donald Trump & Bill Zanker
Gestão Plus, edições.
Livro que vale a pena ler e reler.
Aborda de forma objectiva esta "condição", pensar grande ou...
Nada é mais forte do que acreditarmos em nós próprios. Inspirarmo-nos em quem teve a coragem de arriscar, vençeu e já nada tem a provar.
Gostaria de saber a opinião de quem já leu e implementou alguma ideia deste livro.
Gosto francamente da forma directa e desafiadora de como a Aventure vende os seus serviços.
O mais importante numa empresa são as vendas!
Obrigado.
Bons negócios!
Hugo Bastos
Partner e Director Geral
HSK Consulting - Engenharia e Gestão Unip. Lda
Ora aí está alguém que pensa!!!
Parabens!!!
Há uns tempos fiz uma reflexão idêntica http://blog.franciscocosta.com/why-should-designers-think-big.html Acho que as pessoas em Portugal não desenham o seu futuro em Grande.. Falta motivação neste país, devemos começar a sonhar ao mesmo nível dos nossos antepassados e pensar que podemos ainda dar muito ao resto do mundo.
Não sei se por termos perdido a nata deste povo por terras de Alcácer Kibir, ou se desmotivados pelo tremendo desastre de 1755, o que é facto, é que a partir de certa altura da nossa história, a nossa capacidade de sonhar em grande, parece ter-se desvanecido numa espécie de nevoeiro Sebastiânico.
É urgente voltar a sonhar. A sonhar novamente em grande, e não ficar à espera das naus das Índias, e do ouro do Brasil.
Potencial não nos falta, o que nos falta neste momento é um novo espírito de aventura rumo a outros "mares".
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